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domingo, 16 de julho de 2017

Você ouve quando o o corpo te convoca a SER FELIZ?

O que faz sua alma cantar? Quando o corpo chama através da dor, quando a insatisfação não deixa o plano de fundo da sua vida, é hora de escutar e reencontrar dentro de si o poder de ser feliz.




***Workshop Descobrindo a Mulher Essencial 2017***
23 e 24 de setembro, em Mucugê, Chapada Diamantina - BA
Saiba mais em:
https://www.e-inscricao.com/julianamaiaterapeuta/mulheressencial2017
http://mundodemaia.blogspot.com.br/p/mulher-essencial-2017.html

****Meus contatos****************************************
Inscreva-se no canal do Youtube para mais vídeos sobre qualidade de vida e felicidade -> https://www.youtube.com/mundodemaia
Face: www.fb.com/terapeutajulianamaia
e-mail e skype : mundodemaia@outlook.com
Whatsapp: (75) 98304-0252

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Ser bom ou ser saudável

Aprenda como transitar entre a conformidade e a autenticidade sem acabar com sua  saúde ou com suas relações :-)

PS - A meditação terapêutica mencionada no vídeo acontece todas as sextas, às 19h ao vivo no meu face profissional ;-)

Inscreva-se na página para acessar a lista completa de vídeos e recebê-los em primeira mão ;)

quarta-feira, 6 de julho de 2016

sexta-feira, 1 de julho de 2016

De mãe pra mãe - E quando a mãe não consegue soltar?

Muito se fala das mudanças de fase no desenvolvimento da criança - a idade certa para comer sozinha, desmamar, desfraldar, entrar na escola, andar, falar, etc. Mas muitas vezes, a despeito do preparo evidente que a criança apresenta para dar o próximo passo,  nós mães nos pegamos temerosas e aflitas em deixar este serzinho continuar sua caminhada de crescimento e aquisição de independência... É importante reconhecer quando somos nós que estamos despreparadas emocionalmente para lidar com a evolução da criança. Confira no video:


segunda-feira, 13 de junho de 2016

De mãe pra mãe - da cama compartilhada para o próprio quarto

O primeiro da nova série, voltada especialmente para mamães. Aguardem videos sobre desmame, adaptação escolar,birras e outros temas que nos tiram o sono ;)


domingo, 8 de maio de 2016

De mãe para mãe - Coisas que eu queria ter ouvido antes

Desde que minha filha nasceu, muito aprendizado aconteceu. Primeiro um furacão e agora, depois de algumas descobertas, a serenidade no meio do caos e muita diversão. Em homenagem a todas as mães, compartilho este aprendizado com vocês!


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Dicas para um feliz 2016 de verdade

Produzi uma série de vídeos com dicas para que quer dar uma guinada no ano novo. Olhar um pouco para dentro e desfazer do que não funciona mais. Resgatar a esperança de uma vida realmente nova...

Serão 4 vídeos, aguardem as atualizações sempre neste post.  Vida viva para todos!!!


5 dicas para ter um feliz ano novo MESMO!!!



5 dicas para ter mais AMOR no ano novo



5 dicas para ter mais SAÚDE no ano novo



5 dicas para ter mais DINHEIRO no ano novo


domingo, 15 de novembro de 2015

Sucesso e Preconceito - você se autodiscrimina?

A pior discriminação pode vir de dentro de você, limitando sua fé e sabotando seu sucesso. Se você não se vê nos lugares onde quer chegar; se ao imaginar pessoas de sucesso só visualiza pessoas com a aparência física diferente da sua, pode ser um sinal de que tem preconceito contra você mesmo. E isso é um forte limitante para o seu crescimento.






quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Encontrando o amor verdadeiro

Se você acha que sempre acaba sofrendo por amor, pode estar procurando no lugar errado... Nesta conversa, um recado de Coração para Coração.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

A verdadeira função da dor

O texto abaixo é a transcrição original de um vídeo gravado logo após minha meditação matinal, mas em condições ruins para publicação. Resolvi gravar outro para publicar mas como, sinceramente, achei a mensagem original melhor, resolvi publicar mesmo assim pelo menos o texto ;) Segue então tanto o vídeo regravado quanto o texto original logo abaixo.



Precisamos conhecer e honrar a dor da mesma forma que fazemos com todos os nossos processos naturais de nutrição, de excreção, de reprodução... Reconhecer na mesma um instrumento de comunicação da inteligência interna do Ser e uma valiosa ferramenta de evolução. E quando estamos atentos ao conteúdo dessa comunicação ficamos mais capacitados a exercer a nossa felicidade intrínseca.

A gente passa a vida aprendendo que a dor é uma coisa ruim e que a gente não deve sentir dor, ou tristeza, ou mesmo passar por momentos de dificuldade. A dor é vista como uma imperfeição do mundo; algo anti-natural que deveria ser extirpado da existência humana. Sempre que estamos em momentos de crise ou passando por desconforto, nossa tendência é maldizer a vida e nos consideramos infelizes por que sentimos dor. Quem a sente se sente também condenado; à margem do movimento natural das coisas.

A dor não é vista como um processo natural do movimento universal de evolução – um feedback inteligente de que as coisas precisam ser transformadas e ainda a motivação necessária para que a transformação aconteça. E assim ela perde seu significado como parte da felicidade genuína. Sim, a dor é parte da felicidade e é necessária tanto quando momentos de prazer, pois enquanto não se chega ao momento em que as coisas estão desconfortáveis, normalmente não se busca a evolução. Ela indica o momento inevitável de transformação; a oportunidade, assim como a crise nos negócios indica que a empresa precisa de uma adaptação para continuar sobrevivendo no mercado.

Haveria uma estagnação geral no mundo se não houvesse momentos de dor para ninguém. Assim funciona a natureza: a crise leva a uma evolução compulsória, a escassez coordena os movimentos migratórios, que por sua vez coordenam o momento ideal para a reprodução. Mutações genéticas acontecem, os mais fracos se extinguem e as espécies se fortalecem no confronto com as crises que as abalam.

Precisamos re-significar a dor. E isso passa por olharmos de uma maneira completamente diferente o nosso corpo e o nosso coração. Inclui parar de criticar e maldizer o desconforto, parar de tomar rapidamente um remédio ao menor sinal de sofrimento, seja físico ou emocional. Ao contrário, passamos a mergulhar em cada desconforto, entendendo-o como um sinal, uma comunicação. Buscar entender, se aprofundar na linguagem da dor, como ela interfere no nosso pensamento, no nosso corpo. Saber quando ela acontece, em que circunstâncias, o que a faz aumentar e o que faz parar. Eu preciso ser mais autêntico? Eu preciso falar mais? Ou ficar mais em silencio? Preciso escutar mais o meu coração? Ou de repente quando eu controlo um pouco mais meus impulsos eu consigo um resultado melhor, que consequentemente aplaca minha dor? Enfim: se perguntar “Que tipo de mudança de comportamento mental ou emocional altera, extingue ou intensifica a minha dor?”.

Precisamos conhecer e honrar a dor da mesma forma que fazemos com todos os nossos processos naturais de nutrição, de excreção, de reprodução... Reconhecer na mesma um instrumento de comunicação da inteligência interna do Ser e uma valiosa ferramenta de evolução. E quando estamos atentos ao conteúdo dessa comunicação ficamos mais capacitados a exercer a nossa felicidade intrínseca. A dor não precisa deixar de existir para sermos felizes. Ela é parte da felicidade por que nos mantém em harmonia com o movimento universal, sendo que todo o universo está em permanente mutação e evolução. É simplesmente anti-natural acreditarmos que iremos atingir um estado perene e estático de satisfação, de onde a partir dali não existirá mais dor. Isto só acontece nos finais felizes dos antigos contos de fadas da Disney. Na vida real, a felicidade é um movimento de saúde da natureza, e a saúde passa por momentos de crise que conduzem a mudanças evolutivas constantes que fazem com que galguemos cada vez mais graus de consciência e adaptabilidade na conjuntura da transformação universal.


É preciso se permitir, se autorizar a sentir dor. E em sentindo, podemos compreender sua função e agradecer. Logicamente não estou falando de um certo grau de masoquismo, que faz com que sintamos a dor e fiquemos parados, congelados, nos lamentando a respeito dela. Falo aqui de um sentir dinâmico que contempla a dor como uma mola propulsora. Senti a dor que impulsiona e transforma, sendo adequadamente utilizada. Uma abordagem dinâmica da dor faz que com mergulhemos em nosso Ser mais elevado e encontremos a força transformadora que nos trará graus cada vez mais elevados de inteligência, harmonia, plenitude, autenticidade e prazer de viver.

Uma vida mais viva para todos nós!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015