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domingo, 16 de julho de 2017

Você ouve quando o o corpo te convoca a SER FELIZ?

O que faz sua alma cantar? Quando o corpo chama através da dor, quando a insatisfação não deixa o plano de fundo da sua vida, é hora de escutar e reencontrar dentro de si o poder de ser feliz.




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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Quando a humanidade sofre por amor

"Em meio a doenças de características diversas começa a corrida para diminuir a dor. Uma busca desesperada por algo que atenue o sintoma: uma festa, uma droga, um seriado, um medicamento ou ainda qualquer tipo de relacionamento. Tudo para ofuscar a incapacidade interna de burlar o condicionamento social e se admitir sensível e incapaz de viver de forma tão artificial e incoerente com o coração."


Existe uma solidão assolando a humanidade.

As pessoas se comunicam o tempo todo através de dispositivos e redes sociais, mas ainda assim se sentem sós como nunca. É como mascar chiclete quando se está com fome: o coraçãozinho da mensagem nunca nutre e acolhe como um ato de amor real, pessoal, com olhos nos olhos, mão na mão. Nenhuma mensagem é capaz de substituir o calor do corpo, um abraço, uma mão no ombro em momentos de dificuldade.

“Olhe para mim”. Eu sinto que a humanidade diz o tempo todo “Olhe para mim!”. “Olhe nos meus olhos, segure a minha mão, escute o meu coração. Por favor, olhe para mim...”
Mas olhares são cada vez mais raros hoje em dia. Por detrás dos sorrisos nas fotos, as pessoas seguem mecanizadas, reprimidas, doentes. Tudo é tão veloz e os momentos de prazer são curtos. Paira um desejo intenso de eternizá-los nas fotos que nunca são revistas até que se perdem na nuvem de stress e ansiedade.

Em meio a doenças de características diversas começa a corrida para diminuir a dor. Uma busca desesperada por algo que atenue o sintoma: uma festa, uma droga, um seriado, um medicamento ou ainda qualquer tipo de relacionamento que ofusque a incapacidade interna de burlar o condicionamento social e se admitir sensível e incapaz de viver de forma tão artificial e incoerente com o coração.

E a alma continua dizendo “olhe para mim”...

O filho nasce. Os pais estão já mecanizados, tensos numa forma de descobrir como sobreviver neste mundo veloz em que metas são estabelecidas acima dos limites da humanidade. A criança diz “olhe para mim!”. Ela chora, ela adoece, apresenta distúrbios de comportamento, escolares... Os pais que têm condição entregam a cuidadores, médicos, terapeutas e educadores. Os que não tem condição entregam a outros irmãos, outras crianças que vieram dizendo “olhe para mim”. Entregam a brinquedos, a jogos ou à sociedade. No trabalho, ninguém me olha. É preciso ser produtivo, implacável, responsável, trabalhar bem sob pressão. Eu chego em casa e peço ao meu companheiro ou companheira “olhe para mim”. Mas será que ele aprendeu a olhar? Será que ele se lembra como olhar? O que é um olhar? Ou ele só aprendeu enquanto seu pai lia o jornal e sua mãe cuidava da casa e dos irmãos que é melhor desistir do olhar? Aprendeu baixar as vistas no celular, num computador buscando o olhar alheio nas curtidas para suas publicações?

É uma questão de tamanho de dor: uma ausência do olhar de quem se ama dói mais do que a ausência de curtidas numa publicação. Sempre se pode dissociar, buscar um vídeo engraçado ou polêmico e assim esquecer-se de si e de sua dor.

Mas agora, mesmo aparentemente tão conectada, moderna e evoluída, a raça humana pede socorro. A natureza de “ser social”, “ser familiar”, grita e exige “Olhe para mim, me ensine a ser humano. Me ensine o que é compaixão, empatia, acolhimento. Me ensine o que é amor”
Amor não se aprende em textos. Não se exercita em curtidas. O amor se aprende nos pequenos atos presenciais. No toque, no olhar, no suspiro. No que é dito e não dito, mas vivenciado junto. No grito, no choro depois do grito e no abraço que vem depois do choro. Na raiva, na agressão e no perdão depois que vem depois agressão. No olhar profundo que vê por dentro, e também do que lembra tudo o que foi construído, sentido, sofrido e que já passou, deixando apenas o aprendizado e a sabedoria que se usufrui e vive JUNTO.

São tempos estranhos esses... Tempos de “Baleia Azul”, e também de “balas”, “doces”, de “cala boca e beija logo”, de “preparadas”, “ordinárias”, “novinhos”, “sofrência”. Mas não é a primeira vez que as pessoas se autodestroem por falta de amor. Já tivemos duelos, guerras santas e demoníacas, autoflagelação, inquisição, apartheid, boemia, ditadura, escravatura, overdose, prostituição lícita. Mas é a primeira vez que a “moda” de sofrer por falta de amor tem reconhecimento global.

Por que insistimos em viver sem amor? Por que insistimos em negar as necessidades básicas humanas, passar por cima de tudo implacavelmente e se molestar emocional, física, psíquica, espiritual e ecologicamente? Tanto desrespeito ao sentimento de humanidade... Sempre tentando ser robôs – dizer não a sensibilidade, não a intuição, não a empatia, não aos ritmos naturais do corpo e da Terra, não ao olhar. E dentro de cada um a terra seca, sem o calor do sol do interesse sensível e real; a terra morre sem a água do amor.

Olhe para mim. Olhe para mim. Eu sou um humano, olhe para mim. Eu preciso ser eu mesmo. Preciso rir, mas também preciso chorar. Preciso gritar e às vezes silenciar. Eu preciso de tempo para descobrir quem sou sem rótulos, mas também preciso de ajuda para aprender a sentir e ser sem morrer. Eu preciso da natureza, pois dela eu vim e ela me nutre de todas as formas possíveis, inclusive através do contato com outros humanos, nascidos da natureza. Olhe para mim. Me veja, me toque, me deixe te tocar. Me sinta e me deixe te sentir. Pois sou feito de você e do Todo, nem mais nem menos. E você é feito de mim e do Todo. Através dos teus olhos, me vejo e me reconheço. Através da sua dor tenho oportunidade de te tocar e me curar.


Olhe para mim. Assim o meu-seu olhar nos ensinará o que é o amor.


Vida viva para todos!
Juliana Maia

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Coração – no centro vida harmoniosa

No que diz respeito a função energética dos centros vitais ou chakras, o centro do coração tem uma função fundamental na vida relacional humana, seja com o planeta seja entre seres humanos. Ele é o mediador das diversas modalidades energéticas absorvidas pelo campo humano. É também o processador que transforma força física, desejo, inteligência, intuição, vocação e espiritualidade em ação; o agir harmonioso que possibilita todos os seres se auxiliarem e compreenderem mutuamente. Esta força ativa é o amor.


Seis centros vitais: três sutis, acima do coração e três mais densos abaixo do coração. Todas as funções destes centros são importantes e complementares. E sempre que agimos de maneira centralizada em somente alguns deles, acabamos por encontrar desequilíbrio em algum setor de nossas vidas. Não há inteligência que seja construtiva se não for materializada através do amor. Não há espiritualidade, intuição, psiquismo que possa ser útil à evolução individual ou planetária sem a mão caridosa do amor. Claramente o amor – manifesto através do quarto chakra - coordena e harmoniza o impulso da força física, cheia de potência e vontade, colocando toda a saúde e a própria sexualidade a serviço das realizações construtivas pelo benefício da família, unidade modelo do aprendizado das relações humanas pacíficas e produtivas. 

Assim, todas as invenções, construções, relações e religiões encontram uma porta de manifestação com possibilidades reais de evolução através do amor, do coração, do chakra cardíaco posicionado no meio do peito, próximo aos braços que oferecem acolhimento, das mãos que materializam toda criatividade, destes membros que são símbolo do fazer, do produzir.

Se, por conta de traumas ou de resíduos de uma maneira pouco sábia e administrar as dores e as emoções, estamos com este centro vital prejudicado, ou como se diz “fechado”, dificilmente poderemos ser produtivos de uma maneira harmoniosa na Terra. Nasce de um coração fechado uma maneira inteiramente distorcida de ver o outro, os recursos naturais, o perdão, a tolerância, e a própria missão de existência, tornando o indivíduo incapaz de sentir livremente e reconhecer no outro o amor. E daí se vê pessoas boas, gentis, brilhantes, ou ainda muito espirituais, sucumbirem a repressão do medo, que conduz a defesa exagerada, que conduz ao egoísmo ou a deficiência de autoestima, que por fim conduzem suas ações por meios que naturalmente não os podem colocar numa posição de amizade e receptividade com a própria vida. E lhes adoecem, mental, financeira, emocional ou fisicamente.

O amor cura. O caminho de aprendizado do amor livre e verdadeiro passa pela reorganização do todos os outros centros vitais e suas funções psíquicas e físicas. É isto mesmo: um caminho, o caminho do coração, que foi esquecido por nossa humanidade traumatizada com guerras, epidemias, religiões e nações conduzidas por pessoas igualmente adoecidas. Este caminho agora precisa ser retomado de uma perspectiva inteligente e autoconsciente, para nos livrar da autodestruição representada hoje, não somente pelo terrorismo e pela violência, mas pelo adoecimento interno, pelo crescimento dos casos de depressão, ansiedade e até suicídio em todo o mundo.

O amor cura.


Vida viva para todos!

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Emoção e Culpa

O que nos faz parar de seguir um caminho positivo, produtivo, de evolução, não são as emoções negativas. São os pensamentos a respeito delas.

A emoção, quando é simplesmente sentida, no corpo, nas vísceras, se extingue.
Os pensamentos de vitimação, de expectativas não cumpridas, de frustração, esses sim transformam uma emoção - que poderia ser naturalmente expressa e exaurida - num ciclo sem fim de disparos químicos cerebrais e corporais. Estes esgotam a energia do sistema individual humano e acabam por sustar a capacidade natural que cada indivíduo tem de se reerguer.
Uma das posturas mentais mais negativas em relação às emoções é a culpa. Culpa por não se sentir satisfeito com determinada condição considerada socialmente como boa; culpa por sentir raiva de pessoas que também amamos; culpa por não ser tão competente quando achávamos correto ser, culpa por ter desejos infantis e egoístas...
Culpa por sermos simplesmente humanos.
Esta culpa corrói a autoestima, dissolve a nossa capacidade de reconhecer nossos pontos positivos. De repente não podemos ser bons e ruins ao mesmo tempo. Não, só podemos ser OU ruins, Ou bons. E não há espaço para o bom se houver o ruim. Então somos horríveis, fracos, malvados, sem salvação. E não há espaço para tal pessoa no mundo.
Tudo pela culpa de sermos humanos. O pecado original personificado...
Se pudéssemos admitir que podemos sentir raiva de manhã, e gritar, e rosnar sozinhos sem pensar muito sobre isso... e depois ir a tarde tomar um café com o nosso desafeto da manhã...
Se pudéssemos tremer e chorar de susto depois de uma batida de carro, mesmo sem vítimas, e depois, relaxados depois de tantos soluços, dormir e acordar alegremente para ir trabalhar...
Se pudéssemos, como quem assiste a um filme, mencionar e demonstrar nossas emoções, simplesmente só pela expressão, sem o objetivo de ferir ou conquistar o outro, e também sem esperar reação específica da outra parte....
Tudo seria mais natural se pudéssemos assimilar que podemos sentir sem necessariamente agir, que podemos ser simultaneamente luz e treva, a todo instante, sem uma condenação instantânea e um rótulo que nos conduz diretamente ao inferno.
O que você sente e o que você faz com os sentimentos são coisas diferentes.
Um ser responsável não é aquele que não sente. Ele sente, reconhece que sente. Sente em todo seu corpo e se aceita, se perdoa. E escolhe agir conforme seus interesses mais profundos e elevados porque sabe que o que sente não é da responsabilidade do outro. Sabe que é seu, diz respeito a sua própria visão de mundo.  Isso por si só já é uma grande luz, dentro do que podemos encontrar no planeta Terra hoje.

Vida viva para todos!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Dicas para um feliz 2016 de verdade

Produzi uma série de vídeos com dicas para que quer dar uma guinada no ano novo. Olhar um pouco para dentro e desfazer do que não funciona mais. Resgatar a esperança de uma vida realmente nova...

Serão 4 vídeos, aguardem as atualizações sempre neste post.  Vida viva para todos!!!


5 dicas para ter um feliz ano novo MESMO!!!



5 dicas para ter mais AMOR no ano novo



5 dicas para ter mais SAÚDE no ano novo



5 dicas para ter mais DINHEIRO no ano novo


domingo, 15 de novembro de 2015

Sucesso e Preconceito - você se autodiscrimina?

A pior discriminação pode vir de dentro de você, limitando sua fé e sabotando seu sucesso. Se você não se vê nos lugares onde quer chegar; se ao imaginar pessoas de sucesso só visualiza pessoas com a aparência física diferente da sua, pode ser um sinal de que tem preconceito contra você mesmo. E isso é um forte limitante para o seu crescimento.






quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Encontrando o amor verdadeiro

Se você acha que sempre acaba sofrendo por amor, pode estar procurando no lugar errado... Nesta conversa, um recado de Coração para Coração.

quinta-feira, 12 de março de 2009

A maior justificativa para a evolução é o amor

A maior fonte capaz de gerar força de vontade, coragem e motivação é o amor. Quando um indivíduo ama verdadeiramente, ele é capaz dos maiores desapegos. Desfaz-se de melindres inúteis, de medos desnecessários, de preguiça, de má vontade... Isto quando se ama verdadeiramente.

Reflita e sinta se isto acontece. Quando alguém que amamos muito - um pai, uma mãe, um irmão – adoece, não medimos esforços para que ele fique bem. Nem a preguiça, nem o sono, nem o frio, nem mesmo a fome são capazes de nos afastar do propósito de diminuir seu sofrimento e deixá-los saudáveis. O amor é realmente uma força motriz poderosa.

Então nos perguntamos por que não conseguimos manter semelhante determinação no momento de nos autotransformarmos e diminuirmos nosso próprio sofrimento, nos curando e nos melhorando. A resposta é óbvia: falta de amor.

É comum as pessoas confundirem o amor próprio verdadeiro com “paixão própria”, atração pela própria aparência, necessidade de obter prazer sensorial através de si mesmo, com comida, compras, bebida, sexo ou seja lá o que for. Da mesma forma que acontece com as relações afetivas externas – onde atração física, interesse pelos bens materiais, tesão, necessidade de diminuir a solidão e carência não podem ser considerados amor – estas coisas em relação a si mesmo por si só não podem ser consideradas amor próprio.

Quem se ama se respeita. Quantas vezes vemos alguém, que ama sua própria aparência e se enche de presentes e de prazeres, se deixar adoecer, deprimir ou se envolver com pessoas que atrasam seu crescimento?

Precisamos reavaliar nosso sentimento por nós mesmos afim de encontrar a origem do apoio (ou do desestímulo) que vem de dentro de nós. Cultivar um amor verdadeiro por si mesmo é garantir um desejo intenso de se ver crescer, de se encontrar cada vez melhor, mais saudável, mais próximo de uma realização pessoal plena e consistente. É ter dentro de si uma força infinita, que persiste impulsionando-o rumo às mudanças que aperfeiçoam seu modo de viver e sentir, esclarecendo a realidade, e estimulando-o a buscar experiências que realmente o faça ser cada vez melhor.

Ame-se e nunca se faça sofrer. Esteja sempre lá para você, nunca se deixe na mão. “Seja-se” fiel e sincero, o amigo mais leal de todos. E, acima de tudo, nunca se abandone na estagnação, sem perspectivas de ser cada vez mais feliz.

Viva Viva para todos!
Maya